

Realize uma composição tridimensional a seu critério, empregando apenas e tão-somente as três caixas de fósforos fornecidas. Para tanto, elas poderão ser usadas abertas, fechadas ou encaixadas entre si, bem como desmontadas, sendo livre o emprego ou não dos palitos.
A seguir, com as grafites da “série B” (solicitadas no Manual do Candidato), desenhe, na folha de papel Canson fornecida, a composição obtida, valendo-se dos recursos de perspectiva e de luz e sombras.
Na folha de papel Canson recebida, centralize um retângulo de 30cm x 21cm (dimensões que correspondem a uma ampliação aproximada de seis vezes a face frontal de uma caixa de fósforos comum).
Em seguida, a partir dos elementos visuais — formas e caracteres, inteiros ou detalhes deles — presentes nos rótulos das caixas de fósforos dadas, crie uma composição bidimensional a seu critério, na qual se verifique uma aplicação de cores à sua escolha.
(Observação: para colorir o seu trabalho utilize tão-somente o jogo de canetas “hidrocor” fornecido.)
Na correção serão consideradas a clareza de pensamento, a pertinência da resposta com relação ao tema escolhido e a precisão dos dados apresentados.
1. O significado do movimento antropofágico, tomando-se como referências o manifesto escrito por Oswald de Andrade e as pinturas de Tarsila do Amaral, no contexto do movimento modernista de São Paulo no decênio de 1920.
2. “A arte já não é mais instrumento de domínio
intelectual, já não poderá mais ser usada como algo
‘supremo’, inatingível, prazer do burguês tomador de uísque
ou do intelectual especulativo: só restará da arte passada
o que puder ser apreendido como emoção direta, o que conseguir
mover o indivíduo do seu condicionamento opressivo, dando-lhe
uma nova dimensão que encontre uma resposta no seu comportamento.
O resto cairá, pois era instrumento de domínio”. (Aparecimento
do supra-sensorial na arte brasileira, 1967.)
A partir deste texto de Hélio Oiticica, comente a contribuição
deste artista e do movimento “Nova Objetividade” para a ampliação
dos limites das artes plásticas no decênio de sessenta.
3. Os artistas do grupo Santa Helena (Alfredo Volpi, Rebolo, Aldo Bonadei, Mario Zanini, Clóvis Graciano e outros) e sua importância no universo da arte brasileira nos decênios de 1930 e 1940.
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