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Período: diurno em período
integral
Vagas: 70
Integralização: 8 semestres |
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Relação candidatos/vaga:
1ª fase – 5,2 / 2ª fase – 4,0 |
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Unidade:
IMECC – Instituto de Matemática, Estatística
e Computação Científica
www.ime.unicamp.br
grad@ime.unicamp.br
Tel: (19) 3521.5936 |
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Estatística
Formando profissionais
competentes e responsáveis
A estatística está presente em quase todas as áreas: ciência,
tecnologia, medicina, ecologia, educação, sociologia,
finanças, política etc.
Tem sido crescente a percepção de que um estudo estatístico bem planejado e uma
correta interpretação dos dados coletados são passos fundamentais para a tomada
de decisões em diversos setores da sociedade. Por exemplo, um estudo bem feito
na área da saúde ou da educação pode promover políticas públicas preventivas,
levando a uma melhor distribuição dos recursos disponíveis no setor. O dono de um
estabelecimento, após um estudo de mercado, pode definir o tipo de produto ou de
propaganda mais adequado ao seu público-alvo. Uma teoria científica ou um novo
tratamento para uma determinada doença podem ser testados mediante técnicas
estatísticas.
Formar profissionais conscientes e aptos a desempenhar estas atividades é um
dos objetivos do bacharelado em Estatística da Unicamp. Apoiado na terna teoria
metodologia-aplicações, o currículo visa a desenvolver o senso crítico e o raciocínio
estatístico do aluno, em aulas teóricas, práticas e de laboratório.
No primeiro ano, o currículo enfatiza disciplinas de matemática, como cálculo e álgebra. Os fundamentos da área são estudados, a partir do segundo semestre,
em teoria de probabilidade e inferência estatística. Tais disciplinas fornecem a base
teórica para aplicações em técnicas de ajuste de modelos estatísticos, métodos
computacionais, bioestatística, controle de qualidade, planejamento de experimentos,
entre outras. Ao longo do curso, o aluno é exposto a situações reais, como análise
de dados científicos, pesquisas de mercado e de opinião, metodologias de processos
industriais etc. Esta exposição é, em geral, concretizada por estágios dentro e fora
da Universidade, escolhidos pelo aluno e supervisionados por um docente.
Base matemática
Muitos problemas em estatística podem ser descritos como problemas de otimização:
como obter a maior informação ao menor custo possível? Qual é a previsão com
menor erro? Qual é a melhor decisão a ser tomada? Qualquer resposta a estas
questões passa necessariamente por uma formulação matemática.
As áreas de genética e bioinformática têm se desenvolvido extraordinariamente
nas últimas décadas. Os modelos probabilísticos permitem diagnosticar possíveis
doenças, identificar características, detectar mutações, descrever a evolução de
espécies extintas ou não. A probabilidade também mantém um histórico diálogo
com a física ao construir modelos que descrevem: movimento/comportamento de
partículas, leis da física quântica e questões filosóficas relacionadas.
A teoria estatística não é uma área pronta, ela está em contínuo desenvolvimento
e autoquestionamento. A pesquisa científica em estatística e probabilidade é
desenvolvida, no Brasil, basicamente dentro das universidades, muitas vezes
estimulada pelo contato com problemas reais ou por discussões em aula entre
docentes e alunos. Tal pesquisa oferece oportunidade, aos alunos que desejem
participar, de obtenção de bolsas de Iniciação Científica e de prosseguimento dos
estudos em cursos de mestrado e doutorado no Brasil ou no exterior.
Mercado de trabalho
As atividades de um profissional em Estatística são regulamentadas pela Lei Federal
4.739, de 1965 e pelo Decreto 62.497, de 1968, e o campo de trabalho é vasto.
Algumas das áreas de atuação do estatístico são: controle de qualidade, modelagem
de crédito e risco, pesquisa e desenvolvimento em indústrias farmacêuticas, ensaios
clínicos, pesquisas de opinião, pesquisas de mercado e marketing.
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